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2o. ano construindo um cubo


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quadrinhos matemática


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E aí? Galerinha informada!!!

Encontrei vários vídeos na net e hoje vou postar meu primeiro vídeo.
Não deixem de conferir!


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Implementar Projetos de Aprendizagem

Como implementar as TDs (TECNOLOGIAS DIGITAIS)  nos Projetos de Aprendizagem? 
Antes de se lançar à aventura de implementar as TDs nos Projetos de Aprendizagem, ou em qualquer outro projeto, é necessário ter em mente que precisamos: Dispor de recursos tecnológicos (TDs) e facilitar o acesso a eles. Não dá para levar classes inteiras para atividades em Salas de Informática com três computadores capengas. Não dá para implementar o uso das TDs com Salas de Informática trancadas com cadeado a maior parte do tempo, computadores quebrados e obsoletos e a necessidade de uma burocracia gigantesca para seu uso. É preciso ter bons equipamentos e acesso facilitado a eles. Planejar a inserção das TDs nas diferentes atividades do projeto em função de sua utilidade e disponibilidade, visando sempre a melhoria da qualidade dos produtos ou processos. Primeiro planejamos o projeto, montamos as seqüências didáticas, listamos as atividades, etc., somente depois nos perguntamos “o que eu posso fazer melhor se usar as TDs de que disponho?”. 
Propor a construção de um blog em uma escola onde a imensa maioria dos alunos não tem acesso à Internet tem algum propósito? Propor que os gráficos estatísticos sejam feitos usando-se uma planilha de cálculo quando nem o professor nem os alunos sabem como fazê-lo, têm algum ganho? Esse ganho compensa o custo-benefício da ação? Documentar, relatar, analisar e registrar o uso das TDs e seu impacto nos Projetos de Aprendizagem. Usar TDs é algo ainda novo e muito pouco documentado. Muitas ações envolvendo as TDs não surtem efeitos positivos. 
É preciso documentar e avaliar o impacto desse uso para a tomada de decisões para os próximos projetos. A própria documentação e análise do impacto do uso das TDs implica, muitas vezes, no uso dessas TDs (documentos digitados, planilhas, apresentações, etc.). Compartilhar experiências e aprendizagens (reuniões pedagógicas, formações, dia-a-dia, etc.). A forma mais rápida e eficaz de aprender a usar as TDs em uma escola é compartilhar o conhecimento que se tem delas e de seu uso. 
Não dispomos de tempo para “aprender tudo sobre um dado recurso antes de usá-lo”, o aprendizado se dá por etapas somativas, de forma colaborativa e geralmente por tentativa e erro. Promover uma política de inovação constante, dar continuidade aos projetos e procurar envolver cada vez mais os diferentes agentes. Equipamentos e softwares obsoletos e a falta de atualização sobre os novos recursos tecnológicos à disposição torna o uso das TDs desinteressante para alunos e professores. 
Que graça tem usar um computador velho e lento, rodando sobre um sistema operacional ultrapassado e que vive travando? Que novas idéias surgiram nos projetos anteriores e que podem ser implementadas agora? Quais são os novos agentes, alunos e professores, que podem se interessar pelo uso das TDs? Como podemos seduzi-los? Incentivar, valorizar, expor, divulgar e premiar as inovações que produzem bons resultados. 
De que adianta um projeto ter feito uso produtivo das TDs se isso não for capitalizado como marketing para os próximos projetos e nem for divulgado para além dos muros da escola? Porque um professor deveria usar novamente as TDs se isso não é reconhecido nem valorizado, nem mesmo quando tudo dá certo? Que valor tem um projeto esquecido, um esforço não reconhecido ou mesmo um fracasso não compreendido? Repensar o modelo de professor para incorporar um novo perfil profissional: o perfil do “Professor Digital“. 
O professor digital é o profissional que toda escola deseja ter, mas nenhuma deseja pagar. 
O novo perfil do professor demanda uma dedicação muito maior “fora da sala de aula” do que dentro dela. O professor digital tem o direito de errar, o compromisso de aprender sempre e a certeza de que nunca saberá o suficiente. Esse novo professor não é uma solução para os problemas da educação ou mesmo de sua escola e, além disso, traz consigo novas demandas que são muitas vezes compreendidas como problemas e não como soluções. É preciso que a gestão da escola (e os gestores das políticas públicas) compreenda as necessidades desse novo profissional e viabilizem a sua ação.
 A experiência que eu mesmo acumulei sobre esse tema, acompanhando os projetos de milhares de escolas que participaram do projeto Coisas Boas (Educarede/SEE-SP) nos anos de 2004, 2005, 2006 e 2007, me leva a crer que os Projetos de Aprendizagem reunem todas as condições para permitirem a inserção das TDs nas escolas de forma natural e produtiva, retirando delas o estigma que vem sendo alimentado em muitas escolas de serem “complicações extras e inúteis” ao processo de ensino e aprendizagem.
  (*) Para citar esse artigo (ABNT, NBR 6023): ANTONIO, José Carlos. Projetos de Aprendizagem e Tecnologias Digitais, Professor Digital, SBO, 04 maio 2009.

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Nós Professoras Coordenadoras do Núcleo Pedagógico da Diretoria de Ensino da Região de Itapecerica da Serra (PCNPE-DERITS) somos responsáveis pela implementação e acompanhamento de um projeto que tem o intuito de melhorar os índices da matemática dos anos iniciais (1º. ao 5º. ) com início em 2012 e término em 2014. 

O Projeto “Educação Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental – EMAI” compreende um conjunto de ações que têm como objetivo articular o processo de desenvolvimento curricular em Matemática, a formação de professores e a avaliação, elementos chave de promoção da qualidade da educação. 

Esta ação tem como característica principal o envolvimento de todos os professores que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental, a partir da consideração de que o professor é protagonista no desenvolvimento do currículo em sala de aula e na construção das aprendizagens dos alunos. 

Coerentemente com essa característica, o projeto propõe como ação principal a constituição de Grupos de Educação Matemática em cada escola, usando o horário destinado a atividades pedagógicas coletivas, ATPC (Aula de Trabalho Pedagógico Curricular), e atuando no formato de grupos colaborativos, organizados pelo Professor Coordenador do Ensino Fundamental Anos Iniciais, com atividades conduzidas com a participação dos próprios professores. 

Essas reuniões são conduzidas pelo Professor Coordenador que terá apoio dos Professores Coordenadores dos Núcleos Pedagógicos das Diretorias de Ensino e terão como pauta o estudo e o planejamento de sequências de atividades que serão realizadas em sala de aula para posterior análise e avaliação do grupo. 

O sucesso do Projeto depende da organização e do trabalho realizado nesse grupo e tem grandes possibilidades de sucesso atuando na perspectiva da colaboração. 
Esperamos que todos os professores dos anos iniciais se envolvam no Projeto e desejamos que seja desenvolvido um excelente trabalho. 


Carla Fogaça Rodrigues e Solange Jacob Vastella

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Jornal folha de SP

07/03/2012 -
17h39

58% dos alunos saem do Ensino Médio sem saber matemática em SP


PUBLICIDADE DE SÃO PAULO

 O governo divulgou nesta quarta-feira as notas do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) de 2011. A prova avaliou os alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio. Em geral, houve pouco aumento das notas de matemática e de português de 2011 em relação a 2010. O maior avanço da média foi em língua portuguesa do 5º ano, que subiu 4,6 pontos. O pior desempenho foi em português entre os alunos do 3º ano do ensino médio, onde não houve melhora em relação ao ano anterior.

  AVALIAÇÃO
 Cada série tem um grupo de temas que deveria ser de domínio dos alunos. Desse forma, o desempenho deles é enquadrado em quatro etapas: abaixo do básico, básico, adequado e avançado. Entre os estudantes que estão saindo do ensino médio, 58,4% tiveram desempenho considerado abaixo do básico em matemática. Apenas 4,2% deles têm conhecimento adequado para a série. Em português, 37,5% dos alunos do 3º ano aprenderam abaixo do básico. Já 38,4% têm conhecimento só do básico da disciplina.

ENSINO FUNDAMENTAL

 No 9º ano do ensino fundamental, 55,9% dos alunos tiveram desempenho básico em matemática e 55% foram avaliados com conhecimento básico de português. Os alunos do 5º ano tiveram a avaliação mais satisfatória em português: 32,9% têm conhecimento adequado e 12,3% obtiveram notas avançadas na matéria. Em matemática, 36,2% desses estudantes têm nível básico e 28,1% de aprenderam o adequado para a série.

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Estou muito feliz com esse novo desafio - construir um blog - deixar meus registros para a posteridade, compartilhar impressões, imortalizar pensamentos que decorrem com certeza de uma experiência plural.

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